Cirurgias faciais
Harmonia facial: como decidir entre procedimentos faciais
· 5 min de leitura · por Dr. Thallys Santana
Não existe procedimento facial universalmente indicado. A escolha nasce do encontro entre a queixa do paciente, a anatomia individual e as possibilidades técnicas reais.
Comece pela queixa principal
Pacientes que relatam olhar cansado costumam se beneficiar de uma avaliação palpebral. Já quem percebe perda de contorno mandibular pode ter indicação de abordagem de flacidez. A queixa orienta o exame, não o contrário.
Anatomia define limites
Qualidade da pele, sustentação dos tecidos, proporções ósseas e histórico de procedimentos anteriores determinam o que é possível e o que seria inadequado. Um bom planejamento também é feito daquilo que se decide não fazer.
Expectativa alinhada
A consulta é o espaço para alinhar objetivos com clareza, discutir tempo de recuperação e compreender que resultados variam entre pessoas. Transparência nessa etapa é parte da segurança do processo.
Se você está avaliando um procedimento facial, agende uma consulta para receber orientação individualizada.

