Cirurgia facial
Lifting Facial
O lifting facial é a cirurgia que reposiciona os tecidos da face e do pescoço para tratar flacidez, sulcos acentuados e perda de contorno. É indicado quando procedimentos menos invasivos já não atendem à demanda do paciente.
O planejamento moderno privilegia o reposicionamento estrutural, e não a simples tração da pele — o que favorece um resultado mais estável e uma expressão preservada.
Para quem é indicado
- Flacidez de face e pescoço
- Perda de definição do contorno mandibular
- Sulcos e dobras acentuadas na região média da face
- Pacientes com expectativas realistas e saúde geral avaliada
- Casos em que tratamentos não cirúrgicos já não produzem o efeito desejado
A indicação final depende sempre de exame clínico e da análise do histórico de saúde de cada paciente.
Benefícios
Contorno definido
Reposicionamento dos tecidos com atenção especial à linha da mandíbula e ao pescoço.
Expressão preservada
A técnica busca rejuvenescimento sem alterar traços característicos do rosto.
Resultado duradouro
Por atuar em estruturas profundas, tende a apresentar maior estabilidade ao longo do tempo.
Plano individualizado
A extensão da cirurgia é definida conforme o grau de flacidez e o objetivo de cada paciente.

Como funciona
A avaliação passo a passo
- 01
Análise facial completa: pele, volumes, sustentação e proporções.
- 02
Histórico de saúde, medicações e procedimentos prévios.
- 03
Exames pré-operatórios e liberação clínica quando indicado.
- 04
Planejamento cirúrgico detalhado, com orientações de preparo e recuperação.
Diferenciais do Instituto
- Avaliação individualizada antes de qualquer indicação
- Planejamento técnico discutido com clareza
- Ambiente preparado e protocolos de segurança
- Acompanhamento próximo em todo o pós-operatório
Antes e depois
Casos reais de lifting facial conduzidos pelo Dr. Thallys Santana.
Resultados individuais. As imagens são de pacientes reais, publicadas com autorização, e não representam garantia de resultado. Cada caso é avaliado individualmente em consulta.
Dúvidas frequentes sobre lifting facial
O lifting deixa o rosto com aspecto artificial?
O planejamento é justamente para evitar isso. Técnicas de reposicionamento estrutural priorizam naturalidade em vez de tração excessiva da pele.
Quanto tempo dura a recuperação?
A recuperação inicial costuma envolver alguns dias de repouso, com retorno gradual às atividades conforme orientação médica. Cada caso evolui em ritmo próprio.
O resultado é permanente?
O envelhecimento continua acontecendo naturalmente. O lifting trata o quadro atual e tende a manter benefício por anos, com variação individual.
Qual a idade indicada para o lifting facial?
Não existe idade fixa: a indicação depende do grau de flacidez, da qualidade da pele e da sustentação dos tecidos profundos. Há pacientes com indicação a partir dos 40 anos e outros que se beneficiam mais tarde, sempre após avaliação clínica.
O que é a técnica deep plane?
É uma abordagem que atua em plano profundo, liberando ligamentos e reposicionando o conjunto pele–SMAS em bloco, em vez de apenas tracionar a pele. Isso tende a favorecer contorno mais natural e durabilidade, quando a anatomia do paciente permite.
A anestesia é geral? A cirurgia é feita em hospital?
O lifting é realizado em ambiente cirúrgico adequado, com anestesia definida junto à equipe de anestesiologia — geralmente sedação com anestesia local ou anestesia geral, conforme a extensão do procedimento e o histórico de saúde.
As cicatrizes ficam aparentes?
As incisões são posicionadas em áreas de camuflagem, como contorno da orelha, linha do cabelo e região retroauricular. Com o tempo tendem a ficar discretas, mas a cicatrização varia conforme genética, tabagismo e cuidados no pós-operatório.
Quando posso voltar ao trabalho e às atividades sociais?
Muitos pacientes retomam atividades administrativas em cerca de duas semanas, quando edema e equimoses já reduziram de forma significativa. Exercícios físicos e esforço são liberados progressivamente em consulta de retorno.
O lifting pode ser combinado com outros procedimentos?
Sim. É frequente associar blefaroplastia, lifting de pescoço ou tratamento de terço superior no mesmo planejamento, quando há indicação clínica e segurança para um tempo cirúrgico maior.
Quais são os principais riscos?
Como toda cirurgia, envolve riscos como hematoma, edema prolongado, alteração temporária de sensibilidade e, mais raramente, comprometimento de ramos nervosos ou cicatrização desfavorável. Todos são explicados na consulta antes da decisão.

